BOCÃO STM (04/01/2026)

 

 

 

SAINDO DA TOCA

Um leitor da Coluna enviou mensagem de alerta: “Com a chegada de 2026, ano de eleições, figuras políticas que estavam em ‘hibernação profunda’ nos últimos três anos começam a dar as caras em Santarém e todo o Pará. É o fenômeno da ressurreição política através do aperto de mão e do ‘bom dia’ em grupo de WhatsApp”.

 

SAINDO DA TOCA 2

“Preparem o estômago: começou a temporada oficial das ‘raposas políticas’ saindo das tocas! Sabe aquele político que não atendia telefone, o qual sumiu das comunidades e que só aparecia em foto oficial de Brasília? Pois é, ele acabou de descobrir que você existe. Agora, o fetiche da vez é o abraço suado na feira, o tapinha nas costas e a postagem melosa nas redes sociais com a legenda ‘sempre com o povo’”.

 

SAINDO DA TOCA 3

“A memória deles é curta, mas a nossa não pode ser. O ‘papo furado’ de agora é o combustível para a negligência de amanhã. Quando você aceita o sorriso falso em troca do voto, o troco vem em forma de posto de saúde sem remédio, estrada intrafegável e falta de merenda”.

 

SAINDO DA TOCA 4

“Fique atento: em 2026, não se deixe levar por quem só lembra do seu endereço de quatro em quatro anos. Voto não é favor, é contrato; e se o político não entregou o serviço até agora, não vai ser um ‘zap’ simpático que vai resolver o problema.”

 

 

FUNDO PARTIDÁRIO

O presidente vetou a correção automática do Fundo Partidário prevista na LDO de 2026, que representaria um impacto de cerca de R$ 160 milhões. A justificativa foi de vício de inconstitucionalidade e necessidade de preservar o equilíbrio fiscal. O Congresso já sinaliza que pode tentar derrubar o veto.

 

FUNDO PARTIDÁRIO 2

A decisão é emblemática porque coloca o Executivo em rota de colisão com os partidos, justamente no ano em que alianças parlamentares serão cruciais para avançar a reforma tributária e outras pautas. Ao mesmo tempo, Lula tenta reforçar a imagem de responsabilidade fiscal, mas corre o risco de ser acusado de enfraquecer a democracia partidária. O veto pode se transformar em moeda de troca política, e o desfecho mostrará até onde vai a força do governo.

REFORMA TRIBUTÁRIA

O novo sistema tributário entrou em fase de testes em 2026, com alíquotas experimentais e ajustes nos sistemas de arrecadação. Empresas e estados terão um ano para se adaptar antes da implementação definitiva em 2027.

 

REFORMA TRIBUTÁRIA 2

Este é o verdadeiro “ano de laboratório” da reforma. Se funcionar, o Brasil poderá finalmente simplificar um sistema caótico que há décadas trava investimentos e gera insegurança jurídica. Mas se falhar, o risco é de criar um ambiente de desconfiança e instabilidade.

 

REFORMA TRIBUTÁRIA 3

O empresariado observa com cautela, e os governos estaduais temem perder autonomia e arrecadação. O sucesso dependerá da capacidade técnica de harmonizar sistemas e da habilidade política de conter resistências locais.

 

ICMS x AUMENTO DE COMBUSTÍVEIS

Desde 1º de janeiro, gasolina e diesel podem ficar mais caros com a atualização das alíquotas do ICMS. O reajuste é um golpe direto no bolso do consumidor logo no começo do ano, quando famílias ainda se recuperam das despesas de fim de ano.

 

ICMS x AUMENTO DE COMBUSTÍVEIS 2

Além disso, o impacto vai muito além do tanque: transporte público, frete de mercadorias e até alimentos sofrem pressão inflacionária. Os governos estaduais tentam justificar como medida necessária para equilibrar contas estaduais, mas a população vê apenas mais um peso no orçamento doméstico.

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